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sábado, 28 de fevereiro de 2015
Meditação
Vamos meditar? Emoticon smile "Observe a sua respiração. Assim que você inspirar, fique consciente da sua inspiração. Quando expirar, veja que está expirando. Tão logo prestamos atenção à nossa respiração, o corpo, a respiração e a mente se unem. Cada inspiração pode trazer alegria; cada expiração pode trazer calma e relaxamento. Só isto já é uma razão muito boa para se sentar."
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sábado, 21 de junho de 2014
Hábitos para a Felicidade
Este é Matthieu Ricard, Phd em Genética Molecular no Instituto Pasteur. Ele deixou a academia e se tornou um monge na linha do Budismo Tibetano. A partir de várias pesquisas realizadas recebeu o título de homem mais feliz do mundo.
O que você pode aprender com ele?
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quinta-feira, 13 de março de 2014
Pode o Facebook e o Twitter ajudar ou prejudicar a nossa felicidade
Sempre a nossa mente... olhando para dentro mudo o mundo, para fora me esquivo do trabalho...
Sua Santidade o Dalai Lama:
"Depende de como você usa-os Se a pessoa tem uma certa força interior, uma certa confiança, então não há problema, mas se a mente de um indivíduo é fraca, então, há mais confusão. Você não pode culpar a tecnologia. Depende de quem usa a tecnologia."
foto: posando para uma "selfie" com o blogueiro e ativista Alek Boyd, American Enterprise Institute em Washington, 20 de fevereiro de 2014
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domingo, 15 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Transtorno da falta de contato com a natureza
extraído de http://www.rets.org.br/?q=node/1044
Por Germano Woehl Jr. - Transtorno da falta de contato com a Natureza (Nature Deficit Disorder), é um termo criado pelo escritor e jornalista norte-americano Richard Louv em seu livro de 2005, Last Child in the Woods (Tradução: A Última Criança nas Florestas). Refere-se à alegada tendência de as crianças terem cada vez menos contato com a natureza, resultando em uma ampla gama de problemas de comportamento. Esta doença não é ainda reconhecida em qualquer um dos manuais de medicina de transtornos mentais, como o CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde) ou o DSM-IV (Manual de Diagnósticos e Estatísticas de Transtornos Mentais) nem é parte da proposta de revisão deste manual
Louv alega que as causas para o fenômeno incluem o medo dos pais, acesso restrito às áreas naturais, e da atração pela TV ou computador. A pesquisa recente tem gerado um contraste maior entre a diminuição do número de visitas aos Parques Nacionais nos Estados Unidos e aumento do consumo de meios eletrônicos por crianças.
Richard Louv passou 10 anos viajando pelos EUA entrevistando e conversando com pais e filhos, tanto em áreas rurais e urbanas, sobre suas experiências na natureza. Ele argumenta que a cobertura da mídia sensacionalista e os pais paranóicos têm assustado as crianças de freqüentarem áreas naturais (matas, campos...), enquanto promove uma litigiosa cultura do medo que favorece a prática de esportes seguros com regras ao invés de brincadeiras criativas.
Ao reconhecer essas tendências, algumas pessoas argumentam que os seres humanos têm um gosto instintivo para a natureza, a hipótese da biofilia, e adotam certas medidas para passar mais tempo ao ar livre, por exemplo, em educação ao ar livre, ou através do envio de crianças a jardins da infância (Forest Kindergarden) ou escolas (Forest Schools) na floresta, que são escolas especiais criadas nos Estados Unidos e países da Europa, onde as crianças ou estudantes brincam e aprendem do meio de uma mata preservada ou bosque utilizando os elementos que encontram na nestes ambientes. Talvez seja uma coincidência que os adeptos do movimento Slow Parenting (pais sem pressa)* enviam suas crianças para educação em ambientes naturais, ao invés de mantê-los dentro de casa, como parte de um estilo livre de educar os filhos
*O movimento Slow Parenting (pais sem pressa) defende que “menos é mais”: menos coisas, menos actividades, menos pressa, menos pressão, menos expectativas. Mais tempo para crescer fará as crianças mais felizes. É um estilo de educação dos pais em que poucas atividades são organizadas para as crianças. Em vez disso, elas são autorizadas a explorar o mundo ao seu próprio ritmo. O movimento Slow Parenting tem o objetivo de permitir que as crianças sejam felizes e fiquem satisfeitas com suas próprias realizações, mesmo que isto não pode torná-las mais ricas ou mais famosas. Os pais das crianças de hoje são frequentemente encorajados a repassar o melhor possível de suas experiências de infância, para garantir a estas crianças o sucesso e felicidade na vida adulta.
A natureza não é apenas para ser encontrado em parques nacionais. O capítulo "Jardim do Eden em um terreno baldio", de Robert M. Pyle (página 305) enfatiza a possibilidade de exploração e fascínio em pequenas áreas que podem ser lotes desocupados de terrenos com vegetação nativa, e se alegra com as 30.000 lotes sem construção em Detroit, que surgem devido à decadência no centro da cidade.
Causas
• Os pais estão mantendo as crianças dentro de casa, a fim de mantê-los a salvo de perigo. Richard Louv acredita que podemos estar protegendo exageradamente as crianças de tal forma que se tornou um problema e prejudica a capacidade da criança de manter contato com a natureza. O crescente temor dos pais de "perigo desconhecido", que é fortemente alimentada pelos meios de comunicação mantém as crianças dentro de casa e no computador ao invés de explorar ao ar livre. Louv acredita que esta pode ser a causa principal de transtorno da falta de contato com a natureza, uma vez que os pais têm um forte controle e influência sobre a vida de seus filhos.
• Perda de paisagem natural no bairro ou cidade de uma criança. Muitos parques e reservas naturais têm acesso restrito e placas de advertência "não ande fora da trilha". Ambientalistas e educadores ainda adicionam a restrição ao dizerem às crianças "olhe, mas não toque". Enquanto eles estão protegendo o ambiente natural, Louv questiona o custo dessa proteção na relação as nossas crianças com a natureza
• Aumento de atrativos para passar mais tempo dentro de casa. Com o advento do computador, videogames e televisão as crianças têm mais e mais motivos para ficar dentro de casa, "A criança norte-americana gasta em média gasta 44 horas por semana com mídias eletrônicas"
Efeitos
• As crianças têm limitado respeito ao ambiente natural mais próximo. Louv diz que os efeitos do transtorno da falta de contato com a natureza para os nossos filhos será um problema ainda maior no futuro. "Um ritmo crescente nas últimas três décadas, aproximadamente, de uma rápida perda de contado das crianças com a natureza tem profundas implicações, não só para a saúde das gerações futuras, mas para a saúde da própria Terra." Os efeitos transtorno da falta de contato com a natureza poderia levar a primeira geração em risco de ter uma expectativa de vida menor do que seus pais.
• Podem se desenvolver transtornos da atenção e depressão. "É um problema porque as crianças que não tiveram um contato com a natureza parecem mais propensas à depressão, ansiedade e problemas da falta de atenção". Louv sugere que ter atividade ao ar livre em contato com a natureza e ficar na calma e tranquilidade pode ajudar muito. De acordo com um estudo da Universidade de Illinois, a interação com a natureza tem provado reduzir os sintomas dos transtornos da atenção e depressão em crianças. Segundo a pesquisa, "No geral, nossos resultados indicam que a exposição a ambientes naturais nas atividades comuns após as aulas ou finais de semana pode ser muito eficaz na redução dos sintomas de déficit de atenção em crianças." A teoria da restauração da atenção desenvolve esta idéia , tanto na recuperação a curto prazo de suas habilidades, como na de longo prazo para lidar com o stress e adversidades.
• Seguindo o desenvolvimento dos transtornos da atenção e depressão e transtornos de humor, notas mais baixas na escola também parecem estar relacionados com o transtorno da falta de contato com a natureza. Louv afirma que estudos realizados na Califórnia e na maior parte dos Estados Unidos mostram que os estudantes das escolas que utilizam as salas de aula ao ar livre e outras formas de educação utilizando experiências com a natureza apresentaram significativamente melhor desempenho em estudos sociais, ciências, artes, linguagem e matemática. Fonte: Artigo Orion Magazine March/April 2007
• A obesidade infantil tem se tornado um problema crescente. Cerca de 9 milhões de crianças (6-11 anos) estão com sobrepeso ou obesos. O Instituto de Medicina afirma que nos últimos 30 anos, a obesidade infantil mais do que duplicou para os adolescentes e mais do que triplicou para crianças de 6-11 anos. Fonte: National Environmental Education Foundation
• Em uma entrevista publicada na revista Public School Insight, Louv citou alguns efeitos positivos do tratamento de transtorno da falta de contato com a natureza: “Tudo a partir de um efeito positivo sobre a atenção estendendo para redução do stress a criatividade, o desenvolvimento cognitivo e seu sentimento de admiração e de conexão com a Terra. "
A ONG No Child Left Inside Coalition (Coalizão “Não deixe as crianças dentro de casa") trabalha para levar as crianças para atividades ao ar livre e de aprendizagem ativa. A ONG espera resolver o problema do transtorno da falta de contato com a natureza. Eles agora estão trabalhando para aprovar uma lei nos Estados Unidos que aumentaria a educação ambiental nas escolas. A ONG defende que o problema do transtorno da falta de contato com a natureza poderia ser amenizado por "despertando o interesse do estudante para atividades ao ar livre" e estimulando-os a explorar o mundo natural por conta própria.
Fonte: Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade
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quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Não se leve tão a sério
Trecho do livro “The Pocket Pema Chodron“, por Pema Chodron.
––
A ideia fixa que temos de nós mesmos como sólidos e separados uns dos outros é dolorosamente limitadora. É possível se mover dentro do drama de nossas vidas sem acreditar tão fervorosamente no papel que desempenhamos.
Levar-nos tão a sério, e nos dar tanta importância em nossas próprias mentes, é um problema para nós; nos sentimos justificados em ficar irritados com tudo, nos sentimos justificados em nos autodenegrir ou em achar que somos mais espertos que as outras pessoas.
A auto-importância nos machuca, limitando-nos ao estreito mundo de nossos gostos e desgostos. Terminamos morrendo de tédio com nós mesmos e nosso mundo. Terminamos nunca satisfeitos.
Temos duas alternativas: ou questionamos nossos condicionamentos ou não. Ou aceitamos nossas versões fixas sobre a realidade, ou começamos a desafiá-las. Treinar em permanecer aberto e curioso — treinar em dissolver nossas suposições e condicionamentos — é o melhor uso para nossas vidas humanas.
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terça-feira, 27 de agosto de 2013
O que estamos tentando defender?
Este é um trecho do livro, “Além do materialismo espiritual”, por Chögyam Trungpa. Retirado do blog: http://sobrebudismo.com.br/o-que-estamos-tentando-defender/
A voz lógica do ego nos aconselha a sermos bondosos para com as demais pessoas, a sermos bons meninos e boas meninas e a levarmos inocentes vidinhas. Trabalhamos em nossos empregos habituais e alugamos um quarto ou um apartamento aconchegante para nós; gostaríamos de continuar dessa maneira mas, de repente, alguma coisa nos arranca de nosso ninhozinho seguro. Ficamos extremamente deprimidos ou algo chocantemente doloroso acontece. Começamos a perguntar-nos por que o céu se mostra tão impiedoso. “Por que Deus haveria de castigar-me? Tenho sido uma boa pessoa, nunca fiz mal a ninguém.” Mas há na vida algo mais do que isso.
O que estamos tentando defender? Por que estamos tão preocupados em proteger-nos? A súbita energia da compaixão implacável nos arranca de nosso conforto e segurança. Se nunca experimentássemos esse tipo de choque, não seríamos capazes de crescer. Temos de ser sacudidos, atirados para fora dos nossos regulares, repetitivos e confortáveis de viver. O fundamental da meditação não é sermos apenas honestos ou bons no sentido convencional, preocupados somente em manter a nossa segurança. Precisamos começar a tornar-nos compassivos e sábios no sentido básico, abertos e nos relacionarmos com o mundo como ele é.
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domingo, 25 de agosto de 2013
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sábado, 24 de agosto de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Sobre a raiva...
20.
Se você não subjulgar o inimigo que é a sua própria raiva,
poderá tentar derrotar os inimigos externos, mas estes só se multiplicarão.
Portanto, a pratica do bodisatva é conquistar a própria mente com as tropas do amor e da compaixão.
As Trinta e Setes Práticas do Bodisatva
Gyalse Tokme
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Meditação em um instante, legendado (One Moment Meditation, with pt-BR s...
Agora a desculpa para não meditar acabou!
Vejam essa graça de vídeo.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Veja os cinco maiores arrependimentos daqueles que estão para morrer
Uma enfermeira que aconselhou muitas pessoas em seus últimos dias de vida escreveu um livro com os cinco arrependimentos mais comuns das pessoas antes de morrer.
Bronnie Ware é um enfermeira que passou muitos anos trabalhando com cuidados paliativos, cuidando de pacientes em seus últimos três meses de vida. Em "The Top Five Regrets of the Dying" ("Top Cinco Arrependimentos Daqueles que Estão Para Morrer"), ela conta que os pacientes ganharam uma clareza de pensamento incrível no fim de suas vidas e que podemos aprender muito desta sabedoria.
"Quando questionados sobre desejos e arrependimentos, alguns temas comuns surgiam repetidamente", disse Bronnie ao jornal britânico "The Guardian".
Confira a lista e os comentários da enfermeira:
1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu quisesse, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse
"Esse foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que a vida delas está quase no fim e olham para trás, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade dos seus sonhos e têm de morrer sabendo que isso aconteceu por causa de decisões que tomaram, ou não tomaram. A saúde traz uma liberdade que poucos conseguem perceber, até que eles não a têm mais."
2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto
"Eu ouvi isso de todo paciente masculino que eu trabalhei. Eles sentiam falta de ter vivido mais a juventude dos filhos e a companhia de seus parceiros. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não tiveram uma carreira. Todos os homens com quem eu conversei se arrependeram de passar tanto tempo de suas vidas no ambiente de trabalho."
3. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos
"Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, eles se acomodaram em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eles realmente eram capazes de ser. Muitos desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ressentimento que eles carregavam."
4. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos
"Frequentemente eles não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até eles chegarem em suas últimas semanas de vida e não era sempre possível rastrear essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que eles deixaram amizades de ouro se perderem ao longo dos anos. Tiveram muito arrependimentos profundos sobre não ter dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo."
5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz
"Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem isso no fim da vida que a felicidade é uma escolha. As pessoas ficam presas em antigos hábitos e padrões. O famoso 'conforto' com as coisas que são familiares O medo da mudança fez com que ele fingissem para os outros e para si mesmos que eles estavam contentes quando, no fundo, eles ansiavam por rir de verdade e aproveitar as coisas bobas em suas vidas de novo."
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
O Efeito Sombra: Encontre o Poder Escondido na Sua Verdade
Para quem ainda não viu, um ótimo filme. Filme feito a partir do livro homônimo.
Ótima maneira para começar o ano: inteiro!
Ótima maneira para começar o ano: inteiro!
A Casa de Hóspedes
Rumi
O “ser humano” é uma casa de hóspedes.
Cada manhã é uma nova visita.
Uma alegria, uma depressão, uma maldade,
um momento de consciência momentânea aparece
como uma visita inesperada.
Dá-lhes as boas vindas e entretém-os a todos!
Mesmo que seja uma multidão de mágoas,
que violentamente tomam a tua casa vazia de mobília,
mesmo assim, trata honradamente cada hóspede.
Ele pode estar a limpar-te
para que possas receber uma nova alegria.
O pensamento obscuro, a vergonha, a malícia,
recebe-os à porta rindo,
e convida-os para entrarem.
Sê grato por quem quer que entre,
porque cada um foi enviado,
como um guia do além.
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Curso de Reiki 2, 15/01, em São Paulo/ SP
Sejam bem vindos neste encontro com a maravilhosa energia do Reiki! Nada melhor do que começar 2012 aprofundando seus conhecimentos e ganhando novos recursos do Reiki!
“Com a liberdade intrínseca ao Reiki do segundo grau, ficamos melhor equipados para vivenciar nosso verdadeiro ser”
O Reiki 2 trabalha mais profundamente o mental e emocional. Para isso ganhamos os símbolos sagrados e as ferramentas de transformação. Neste nível aprendemos 3 símbolos.
Conteúdo:
- sintonização
-mudanças do reiki 1 para o reiki 2,
- símbolos: utilidades, como e quando usar. Mantra e yantra. Como fazer limpeza de ambiente e reprogramações mentais,
- ferramentas de autotransformação: caixa e caderno,
- novas maneiras de fazer aplicação: mais rápido (auto aplicação e em terceiros) e a distância.
-utilização dos símbolos para tratamento de situação traumática
Certificado e apostilado
Contato: (11) 9652-5432, sandra6terapias@ gmail.com,
Horário: 10:00 até aproximadamente 19:00 hs
Investimento: R$ 280, 00 (sendo R$ 60,00 inscrição via depósito bancário)
inscrições até dia 11/01
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011
The Power of Visualization (Legendado Port.)
Interessante vídeo mostrando o efeito que temos sobre as outras pessoas e quão importante pode ser nosso papel na construção de mundo mais pacífico e saudável. Já existe até uma fórmula matemática de quantas pessoas são necessárias para essa mudança!
Eu quero participar disto e você?
Grande abraço,
Sandra
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Vícios e Apegos
Mais um lindo vídeo ampliando a visão de como trabalhar vícios!
Aproveitem!
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011
SUCESSO DO REIKI EM HOSPITAIS
(artigo de Moacir Sader – setembro de 2011)
No Brasil, segundo matéria publicada na revista Veja, de setembro/2011, no hospital Sírio-Libanês existe um departamento de Cuidados Integrativos, cuja coordenação é realizada por um mestre de Reiki o qual lidera uma equipe multidisciplinar para aplicar técnicas ligadas a terapias alternativas.
Algo semelhante está sendo realizado no hospital Albert Einstein, evidenciando de como está ocorrendo a integração entre medicina tradicional e terapias alternativas, ou, integrativas tal como foi denominada pela OMS.
Segundo ainda a matéria da Veja, nos Estados Unidos o médico Brian Bernan fundou o Centro de Medicina Integrativa da Universidade de Maryland, tornando-se a primeira instituição de ensino dos EUA a ministrar técnicas de terapias alternativas.
Este centro de ensino americano é considerado como sendo instituição de pesquisa de excelência, compondo-se de 12 professores e mais de 60 alunos, com atendimento a mais 10 mil pessoas e grande fila de espera.
A estimativa atualmente é que 70% dos americanos utilizem algum tipo de tratamento alternativo em auxílio aos tratamentos médicos tradicionais.
Em resposta à questão sobre o ceticismo que ainda existe entre muitas pessoas e de profissionais da área médica tradicional, o médico Brian respondeu, conforme consta da mesma matéria da Veja, o seguinte:
Desde a criação do nosso centro, há vinte anos, observo mais e a mais médicos e acadêmicos deixando o ceticismo de lado. Isso só foi possível porque hoje, graças aos avanços da ciência conseguimos reunir evidências de que algumas dessas terapias realmente funcionam. No centro de medicina integrativa, dispomos de um banco de dados que reúne 40.000 estudos em andamento sobre o assunto. Na década de 90, eles não passavam de 1.000. Há que considerar também que a medicina convencional não oferece respostas para todos os males.
Especificamente sobre o Reiki, Brian Bernan fez referência ao falar do stress, (doença da atualidade que vem gerando tantas outras em termos somáticos). Diz o médico:
As doenças estão mudando. Males como pneumonia têm causa simples – no caso, uma infecção -, mas várias das doenças da modernidade, como obesidade e diabetes, são crônicas e envolvem uma série de riscos e mecanismo fisiopatológicos. O stress, por exemplo, é um grande problema nos dias que correm e está, na maioria das vezes, na raiz da depressão e dos distúrbios cardiovasculares. Ainda não se inventou uma pílula contra o stress, mas ferramentas como acupuntura, o reiki, ou meditação conseguem aliviar o sofrimento dos pacientes. (grifo meu)
Sobre a utilização da medicina tradicional e das terapias alternativas, o médico Brian Bernan, respondeu:
Eu acredito em uma abordagem integrada. O objetivo é sempre usar melhor da medicina convencional e o melhor da medicina complementar em defesa do doente.
E para quem se põe contra a associação dos dois tipos de tratamento, convencional e alternativo? A essa questão, respondeu Brian dizendo quem assim se posiciona:
É um comportamento inútil. Se alguém tem a perder com isso, esse alguém é o paciente. É preciso pôr o doente, e não a doença, no centro da discussão e perguntar: qual é o melhor tratamento possível para essa pessoa? Frequentemente, a combinação entre a abordagem convencional e as terapias complementares é a melhor saída.
Fonte: UFC
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011
O CORPO FALA - NOSSO CORPO É FORMADO DE MATÉRIA E ENERGIA
Compreender e expressar nossas emoções é o primeiro passo para prevenir enxaqueca, dor nas costas, alergias e outras doenças.
A cura está em entender as mensagens do corpo e olhar para dentro de você mesmo.
lsso que os orientais sabem há milênios só recentemente a medicina ocidental reconheceu: os males que afetam o corpo também têm raízes nas emoções e no estado de espírito. 'Nosso corpo é formado de matéria e energia.
As doenças se instalam quando o fluxo de energia está desequilibrado, e as causas são tanto externas quanto internas', explica Mauro Perini, ginecologista e especialista em medicina tradicional chinesa, de São Paulo.
Portanto, não são apenas os vírus, os maus hábitos alimentares e o abuso de álcool e fumo que prejudicam a saúde mas também a tristeza, o desânimo e a raiva.
Para entender como os sentimentos negativos podem se transformar em algo tão pesado e até desencadear doenças, é possível compará-los à chuva. A princípio, há apenas uma certa umidade no ar - que corresponde, no ser humano, a sentimentos que incomodam sem que se perceba.
A umidade começa a se condensar em nuvens leves - idéias, pensamentos e emoções já perceptíveis, mas ainda pouco consistentes. As nuvens se adensam até se transformar em chuva (sentimentos negativos, como ressentimentos e tensões), que cai sobre o solo - nosso corpo. Quanto mais forte a chuva, mais problemas ela é capaz de provocar.
A comparação está no livro francês Dis-Moi Où Tu As Mal, Je Te Dirai Pourquoi (Diga-Me Onde Dói e Eu Direi Por Quê, Editora Campus), de Michel Odoul.
O organismo dá sinais que evidenciam o problema antes que ele se manifeste. 'Percebê-los nem sempre é fácil, pois exige olhar para dentro de si', afirma Susana de Albuquerque Lins Serino, médica e psicoterapeuta de São Paulo que trabalha com psicossomática (o estudo das influências psíquicas nos problemas orgânicos), Muitas vezes, basta notar as pequenas contrariedades do dia-a-dia para descobrir o que não vai bem. 'Se alguém apressado bate o joelho em uma cadeira e não pára para pensar por que vive distraído a ponto de não ver onde pisa, vai se machucar o tempo todo', exemplifica Susana. 'Se não damos atenção à dor de cabeça, ao cansaço, à irritação permanente, o problema vai sempre seguindo adiante até que, a certa altura, o corpo trava.'
O estado emocional fragilizado pode até abrir espaço para ataques de agentes externos, como vírus e bactérias. O médico Mauro Perini dá o exemplo da tuberculose: 'Atualmente, apesar dos antibióticos e das vacinas, a doença, que estava controlada, volta a crescer, exatamente quando vivemos uma época de desemprego, fome e guerras.
A tristeza enfraquece o pulmão, e um órgão fraco não consegue se defender'.
Chave da cura
Seja qual for o problema, ele geralmente exige um mergulho em nossa sombra, no lado escuro, que nos recusamos a encarar. Se o mal-estar tem uma causa interna e profunda, o restabelecimento só virá quando a questão for resolvida. 'Não existe cura se não tentarmos identificar dentro de nós o que está errado e lutar para resolver o problema', ressalta a terapeuta Susana Serino. 'Ficar doente é uma oportunidade de conhecer e encontrar nossa própria capacidade de cura', conclui. Saiba como funcionam as relações entre as partes do corpo, os sentimentos e as doenças mais comuns, segundo o médico e psicoterapeuta alemão Rüdiger Dahlke, autor dos livros “A Doença como Linguagem da Alma” e “A Doença como Símbolo” - Pequena Enciclopédia de Psicossomática (ambos da ed. Cultrix).
PELE – o maior órgão do corpo serve como barreira aos agentes externos. Além de delimitar nosso corpo, é por meio dela que fazemos contato e recebemos carinho. Problemas cutâneos são sinais de dificuldade em nos comunicar. Em estabelecer e respeitar limites e se relacionar com as pessoas.
COLUNA - todo peso do corpo e por extensão do mundo é sustentado pela coluna. Se você agüenta um fardo extra , como uma responsabilidade que não deveria ser sua, é a coluna que sofre. Quando nossas crenças são abaladas, esse sistema de sustentação do corpo enfraquece. Quem anda com as costas curvadas e o rosto voltado para o chão, mostra desgosto em viver e sentimento de inferioridade. Para encarar a vida de frente e olhar para cima, o primeiro passo é endireitar a coluna.
ARTICULAÇÕES: movimentos difíceis e dolorosos sinalizam dificuldade de seguir em frente em algum ponto da vida, ou ainda que o corpo pede descanso. Dores nas articulações são frutos de rigidez de pensamento, do bloqueio de manifestações de choro ou raiva por exemplo, e da negação de lidar com assuntos antigos, mas que causam incômodo. Quem acorda travado, sem condição de levantar da cama, pode estar exigindo demais do corpo que acaba providenciando o repouso forçado.
ESTÔMAGO: quem se preocupa de forma exagerada ou por antecipação e rumina ressentimentos está propenso a problemas nesse órgão, que recebe e processa as impressões vindas do exterior assim como faz com os alimentos. Uma das doenças mais comuns em executivos é a úlcera. Eles costumam ser obrigados a aceitar uma contrariedade atrás da outra no dia-a-dia.
SISTEMA IMUNOLÓGICO: quando as defesas do corpo estão debilitadas, uma manifestação comum é a alergia. O organismo confunde uma partícula inofensiva, pólen por exemplo, como um agente perigoso como um vírus ou uma bactéria, e ataca causando sintomas como espirros e coceira. Isso reflete agressividade inconsciente, de alguém que luta contra tudo sem saber diferenciar o nocivo do inócuo.
PULMÕES: o ar entra nos pulmões e traz com ele o que é exterior ao corpo. Quem tem dificuldade em assimilar o que vem de fora e age como se tudo que acontece de errado fosse culpa dos outros, pode apresentar problemas como pneumonia e asma. Solidão, melancolia, tristeza e dificuldade de perdoar, agem negativamente sobre o pulmão, pois significam falta de intercâmbio e comunicação com o mundo exterior.
INTESTINO: não é à toa que se diz que gente mal-humorada é enfezada. Intestino preso é sinal de raiva acumulada, tensão e falta de flexibilidade para deixar as coisas fluírem, por medo, timidez, ou dificuldade de perdoar. Já a diarréia, mostra a falta de capacidade de absorver informações e elaborá-las. Quem rejeita tudo o que se apresenta e não consegue assimilar novas experiências está sujeito a intestino solto.
CABEÇA: é o sistema central do organismo, por onde passam emoções, pensamentos e impulsos nervosos, por isso uma dor de cabeça pode refletir algo que esteja acontecendo em qualquer parte do corpo. Enxaquecas estão associadas a dificuldade de tomar uma decisão ou aceitar algo que incomoda. Quem pensa demais e não quer fazer algo, muitas vezes usa a dor de cabeça como desculpa.
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011
CRIANÇA, A ALMA DO NEGÓCIO (VERSÃO REDUZIDA)
Vale a pena refletir sobre o papel da propaganda e o que estamos fazendo com nossas crianças e com nossa sociedade...
bjs para todos,
Sandra
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Sandra Chander
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