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quinta-feira, 3 de abril de 2014

Chupeta – o que toda mãe (e pai) deveria saber antes de oferecer uma para seu bebê

A oferta da chupeta se difundiu amplamente na sociedade contemporânea. Trouxe consigo conveniência e comodidade, “simplificando” a tarefa dos adultos em acalmar o bebê. Muitos não sabem ao certo se devem ou não oferecê-la. Desinformação, falta de tempo, busca por facilidades imediatas, desconexão com os próprios instintos da espécie e tantos outros motivos popularizaram o seu uso e fizeram com que formas naturais e gentis de lidar com o choro e as demandas do bebê fossem deixadas de lado. Assim, a necessidade básica de sucção no peito não é plenamente suprida, muito menos as necessidades psico-afetivas do bebê, como um ser humano complexo em formação. O motivo do choro que está sendo silenciado fica sem resposta. A chupeta acaba sendo uma solução mágica e instantânea, que se arrasta pela infância afora e, disfarçada de outras formas, chega até a vida adulta. Por isso, não se iluda! A chupeta não é inocente como parece. Efeitos colaterais advindos do seu uso existem, e aumentam em quantidade e gravidade ao longo do desenvolvimento infantil. Acompanhe, sob uma perspectiva baseada em evidências, as potenciais consequências relacionadas ao uso da chupeta.
 Interfere negativamente sobre a amamentação.
Prejudica a correta maturação funcional do sistema estomatognático (SE)*
 Altera a postura e tonicidade dos músculos da boca
Causa deformações esqueléticas na boca e na face
Provoca maloclusão dentária
Não existem no mercado bicos anatomicamente comparáveis ao bico do peito
A chupeta não é menos nociva do que o dedo
Representa uma das causas da Síndrome do Respirador Bucal
Os bicos ortodônticos prejudicam mais no aspecto funcional do que os convencionais
Cria-se um hábito de difícil remoção
Seus efeitos podem ser observados desde cedo
...
leia mais em: http://comunidadeams.wordpress.com/2013/11/06/chupeta-o-que-toda-mae-e-pai-deveria-saber-antes-de-oferecer-uma-para-seu-bebe/  
    

sábado, 7 de setembro de 2013

Rosely Sayão
folha de são paulo
A criança e a infância
O modo como a criança vive a infância depende de muitos fatores, entre eles o modo social de pensar a criança
"Não basta ser criança para ter infância." Essa frase contundente está presente no documentário "A Invenção da Infância" (disponível na internet) dirigido por Liliana Sulzbach, que propõe uma reflexão sobre os estilos de vida de nossas crianças no mundo atual. É uma frase que persegue meus pensamentos, conduz o meu trabalho e que, no último sábado, me fez pensar muito.
É que no dia 24 de agosto comemorou-se o Dia da Infância. Grandes reportagens a esse respeito nos veículos de comunicação ou mesmo pequenas notas lembrando a data, por acaso apareceram? De um modo geral, pouco vimos a esse respeito. A lembrança da existência dessa data parece ter ficado restrita aos grupos que, de maneira direta ou indireta, trabalham com e/ou para crianças.
Faz sentido esse silêncio da sociedade a respeito de uma data que, aliás, não deve ser considerada comemorativa. A infância está desaparecendo e temos contribuído de modo expressivo para isso. Como temos feito isso?
Para começar a pensar, temos de considerar que ser criança é um fato biológico, mas o modo como ela vive essa etapa da vida, que vai até a adolescência, depende de múltiplos e complexos fatores, entre eles o modo social de pensar a criança. É aí que entramos.
De um modo geral, cada vez mais a criança, notadamente a que pertence à família de classe média, tem sido tratada como um ser que precisa ser preparado para o futuro. Há algumas décadas, passamos a acreditar que quanto mais precocemente a criança for engajada em situações de estudos formais, maiores as chances ela terá de êxito no futuro.
Já temos inúmeros estudos e pesquisas que comprovam que iniciar o contato com o conhecimento sistematizado mais cedo não contribui no aprendizado que deve ocorrer a partir dos sete anos. Por isso, tudo o que conseguimos ao fazer isso é deixar de ver a criança em seu presente, ou seja, a vemos muito mais como um ser que, um dia, será alguém.
Também temos deixado a criança cada vez mais tempo na escola. As três ou quatro horas iniciais se transformaram, progressivamente, em cinco, seis, oito, dez e até 12 horas de permanência no espaço escolar! Se considerarmos que ir para a escola é o trabalho da criança, elas têm trabalhado demais, à semelhança de seus pais, os adultos.
Temos entendido que o tempo de permanência na escola é uma necessidade social já que os pais têm se dedicado muito à vida profissional. Conheço profissionais que trabalham muito além da jornada e justificam o excesso como necessário para dar conta da responsabilidade profissional. E a pessoal, com os filhos, onde temos colocado tal responsabilidade?
Crianças têm se alimentado como adultos que se alimentam mal. E, como estes, têm enfrentado doenças por causa disso. Esse fato não ocorre por falta de informação dos responsáveis pelas crianças e sim pela falta de paciência e dos cuidados necessários que elas necessitam.
Ah, mas elas pedem, exigem até, as porcarias ofertadas insistentemente e disponíveis em todos os cantos. Sim, mas por isso vamos permitir que fiquem escravas de seus impulsos e que consumam como adultos?
Abordei dois pontos apenas de nossa contribuição direta para o fim da infância. Há muitos outros. Por isso, todo dia deveríamos fazer essa reflexão: queremos que nossas crianças tenham infância, ou já consideramos esse conceito obsoleto?

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

FORTALECENDO SUA FAMÍLIA COM HISTÓRIA


Uma das coisas mais importantes que você pode fazer para a sua família pode ser a mais simples de todas: desenvolver uma forte história familiar.

Os psicólogos Marshal Duke e Robyn Fivush desenvolveram uma métrica chamada de escala “Você Sabe”? que pedia que crianças respondessem a vinte perguntas. Por exemplo, “Você sabe onde seus avós cresceram? Você sabe qual o ginásio que sua mãe frequentou? Você sabe onde os seus pais se conheceram? Você sabe se na sua família já aconteceu alguma doença séria ou algo realmente terrível? Você sabe a história do seu nascimento"?

Quanto mais as crianças sabiam sobre a história da sua família, mais forte era seu senso de controle sobre suas vidas, mais elevado era sua autoestima e mais elas achavam que suas famílias funcionavam de uma forma bem sucedida. Essa escala “Você Sabe”? é o melhor previsor para a saúde emocional da criança, felicidade e resiliência – sua capacidade de encarar desafios e aliviar o estresse.

Os psicólogos descobriram que cada família tem um de três tipos de narrativas unificadoras.

A primeira é a narrativa da ascensão da família: “Filho, quando chegamos nesta área, não tínhamos nada. Nossa família trabalhou. Abrimos uma loja. Seu avô foi para o colegial. Seu pai foi para a faculdade. E agora você....”

A segunda é a narrativa do descenso da família: “Querido, nós tínhamos de tudo. Mas aí perdemos tudo”.

A narrativa mais saudável é a da família oscilante: “Querido, deixe-me te contar, nós tivemos altos e baixos na nossa família. Construímos um negócio familiar. Seu avô era um pilar na comunidade. Sua mãe fazia parte do conselho do hospital. Mas nós também tivemos reveses. Você teve um tio que certa vez foi preso. Tivemos uma casa que pegou fogo. Seu pai ficou desempregado. Mas o que quer que tenha acontecido, sempre nos mantivemos unidos como família”.

O Dr. Duke disse que as crianças com mais autoconfiança são aquelas que ele e o Dr. Fivush classificam como tendo uma “forte identidade intergeracional”. Elas sabem que fazem parte de algo maior do que elas mesmas.

Em suma: Se você quer uma família mais feliz, crie, refina e reconte a história dos momentos positivos da sua família, e a capacidade dela de superar os momentos difíceis pelos quais passou. Esse ato por si só pode aumentar as chances da sua família florescer por muitas gerações no porvir.

[do artigo “The Stories that Bind Us” (“As Histórias que Nos Unem”) por Bruce Feiler, New York Times, 15 de março de 2013]

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Reiki para crianças, nas escolas - TV RTP Portugal.

Reiki nas escolas para criancinhas, em Portugal! :) Meus alunos sabem o quanto eu falo sobre isso, de como seria bom para as crianças terem o Reiki! ♥ Vamos nessa Brasil?



terça-feira, 29 de janeiro de 2013

MUITO ALÉM DO PESO - OFICIAL


Para saber mais sobre alguns produtos com os quais nos alimentamos, para ter uma alimentação mais saudável. Para cuidar de nossas crianças. Recomendo este fantástico filme!




Atenção: 33,5% das crianças entre 5 e 9 anos estão com sobrepeso segundo a última pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse dado assustador incentivou a cineasta Estela Renner, mãe de três filhos, a fazer o excelente documentário MUITO ALÉM DO PESO. E ele também assusta, ao mostrar crianças do Rio Grande do Sul ao Pará que mal sabem o que é uma fruta, enquanto já decoraram o nome das maiores marcas de comidas industrializadas.
Some a isso o fato de que o Ministério da Saúde já anuncio que baixará de 18 para 16 a idade mínima para a realização de cirurgias de redução do estômago pelo SUS, depois de constatar que 21% da população entre 10 e 19 anos estão com sobrepeso.
Que pais é esse afinal, onde recebemos tantas reclamações dos pais dizendo que os filhos pequenos não comem, e na faixa etária seguinte damos de cara com dados tão surpreendentes? É por isso que o COMER PARA CRESCER bate sempre no mesmo ponto: invista em uma boa alimentação o mais cedo possível! Não é preciso gastar rios de dinheiro, não é preciso passar horas na cozinha, não é preciso sofrer. Mas tem de ter paciência, criatividade e, por que não, muito amor, já que essa é a base principal para se educar uma criança. Foque nisso!
E assista o documentário AQUI. Como mandam os tempos modernos, ele está disponível para assistir on line, baixar e compartilhar no linkwww.muitoalemdopeso.com.br

quarta-feira, 28 de setembro de 2011