quinta-feira, 11 de julho de 2013

Mensagem da água (LINDO): palestra de Masaru Emoto - (Nova Consciência)



Recomendo enfaticamente saber mais sobre o trabalho de Masaru Emoto (pesquisador japonês) e a partir dele rever seu jeito de viver. Ele descobriu com seus estudos que as palavras que usamos nos afetam profundamente. ♥

domingo, 16 de junho de 2013

Radiações de Celular impedem plantinhas de nascerem


Um estudo de segundo grau na dinamarca mostra o efeito do wi-fi sobre plantas.

Cinco garotas observaram que quando elas dormiam com o celular debaixo do travesseiro, no dia seguinte elas tinham dificuldades em se concentrar na escola.

Então elas quiseram fazer algum experimento para mostrar a relação das ondas de celular com a saúde.

Como não tinham laborátório resolveram usar o roteador de wi-fi, que emite exatamente as mesas ondas que uma antena de celular, para testar sua dúvida.

Colocaram sementes 6 bandejas de sementes de agrião em uma sala sem roteadores wi-fi e colocaram outras 6 bandejas numa sala com iguais condições de luminosidade, temperatura e umidade, porém com 2 roteadores de wi-fi.

Após 12 semanas a imagem do experimento fala mais sobre o resultado que qualquer outra coisa:





fonte: http://tudosobreplantas.wordpress.com/2013/05/24/experiencia-de-estudantes-descobre-que-plantas-nao-crescem-perto-de-roteadores-wi-fi/

terça-feira, 28 de maio de 2013

Dos hospitales públicos aplican ya terapias de sanación con las manos en Madri


Cuando la doctora Araceli García propuso en el hospital 12 de Octubre, donde trabaja como cirujana pediátrica, una charla informativa sobre el reiki –terapia japonesa que sana con las manos– barajó por un segundo la posibilidad de que la tomaran por loca. "Pero pensé que estaba presentando algo que a mí me había servido para encontrarme mejor y se me quitó el miedo al rechazo", cuenta.
Consiste en canalizar la energía hacia un punto del cuerpo, colocando las manos encima
La charla, a cargo del presidente de la Federación Española de Reiki, John Curtin, tuvo lugar en enero y fue un éxito. Tanto que, desde verano, más de cien médicos y enfermeras han sido formados en el hospital para dar reiki.
"Reiki significa energía universal", explica Curtin. "Es un método de sanación natural que consiste en canalizar energía hacia un punto del cuerpo, colocando las manos encima. El reikino cura por sí mismo, pero fortalece nuestra capacidad autocurativa".
Estudio científico
La doctora Araceli García ya ve cómo sus compañeros se aplican reiki unos a otros para tratar, por ejemplo, dolores de cabeza. "Y algunas enfermeras, con más experiencia, lo usan para ayudar a dormir a niños hospitalizados", explica.
En el otro extremo de Madrid, los pacientes oncológicos del Ramón y Cajal llevan tres años recibiendo sesiones de reiki cada martes gracias a la asociación Alaia, que se ocupa de los paciente terminales. Justo este otoño, el hospital ha autorizado una investigación sobre los efectos del reiki.
Queremos revestirlo de un carácter más científico
«Hemos comprobado que este tratamiento tiene un efecto muy beneficioso en los pacientes, así que ahora queremos revestirlo de un carácter más científico y, por eso, vamos a realizar el proyecto, para tratar de objetivar el efecto favorable de esta técnica», explica el responsable del atención al paciente, Luis Carlos Martínez Aguado.
La sección de enfermería será la encargada de realizar un estudio que durará seis meses y que el hospital espera que sirva para convencer a los escépticos y extender el reiki a otras áreas médicas.
El ‘boom’ de la medicina natural
La introducción de terapias naturales en los hospitales para mejorar el estado de salud de los pacientes es una corriente internacional. En Madrid, la Universidad Complutense acoge desde hoy y hasta el domingo, en la Facultad de Medicina y el Hospital Clínico San Carlos, las IV Jornadas sobre el control de las emociones con Flores de Bach para profesionales sanitarios. Por unos días, los médicos no hablarán de aspirinas, sino de estas esencias florales que se muestran como una opción inocua y de gran efectividad para afrontar trastornos emocionales como el estrés, las fobias, el insomnio o la ansiedad.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Viver com menos


RIO - A fotógrafa catarinense Claudia Regina, de 24 anos, vive num apartamento de 40 metros quadrados em Copacabana, na Zona Sul do Rio, sem liquidificador, micro-ondas e torradeira. Simples até na dispensa do sobrenome, ela também não tem carro. Dentro de casa, apenas uma cama, poucos armários e um frigobar. Os cabelos são mantidos praticamente raspados, o que elimina a necessidade do uso regular de shampoo e condicionador, assim como o de pente ou escova. O publicitário paulista Michell Zappa, de 28 anos, mora nos Jardins, bairro de classe alta em São Paulo, num apartamento do mesmo tamanho do de Claudia, mas sem TV a cabo, DVD ou Blu-Ray. Até virtualmente ele cortou supérfluos. Tudo que ouve é em serviço de streaming — o que significa que não precisa baixar músicas —, e os livros estão armazenados num Kindle.
Não foi a ruína financeira que levou Claudia e Zappa a aderir à redução do estilo de vida ao essencial. Eles não se conhecem, mas comungam dos mesmos ideais quando o assunto é a maneira de consumir. Mais do que isso, fazem parte de um fenômeno social que já começa a ser debatido. É o que faz o pesquisador da PUC do Paraná Jelson Oliveira. Ele está concluindo o livro “Simplicidade”, que será lançado até o final do ano. Entre os temas abordados está um dos aspectos da questão que Oliveira mais gosta de ressaltar: o “culto de viver com menos” não tem nada a ver com pobreza:
— Adotar a ideia da simplicidade é estar disposto a abrir mão do excesso de bens de consumo. O aumento da procura por outra forma de viver é um sintoma de cansaço com a uma sociedade altamente consumista.
Criados na cultura digital, os adeptos da simplicidade voluntária subtraem móveis, roupas, sapatos, livros, qualquer bem de consumo considerado supérfluo de suas vidas. Ainda que seja um fenômeno social contemporâneo sem líderes nem regras, alguns usam o espaço virtual para divulgar suas ideias.
O escritor carioca Alex Castro, de 39 anos, que cresceu num apartamento de 600 metros quadrados na Barra da Tijuca, aderiu ao movimento e usa seu site pessoal para propagar suas ideias sobre a redução do estilo de vida ao essencial. A base de tudo é o minimalismo — movimento cultural do século passado que faz uso de poucos elementos fundamentais como base de expressão.
— Antes eu atrelava os momentos felizes a objetos inanimados. Um dia, fiquei irritado porque um amigo usou minha caneca. Decidi que não queria ser essa pessoa. Descobri que jogar fora os objetos não significa jogar fora as emoções. Passei a viver uma vida sem rastro, aumentando a prática do desapego.
Castro reduziu seus pertences de tal forma que garante caberem numa caixa. Poucas roupas e sapatos, assim como utensílios domésticos. Ele só não abre mão de investir num bom laptop, Kindle, celular, câmara digital e cachimbos. Todo o resto, teoriza, é supérfluo. Deixar tudo para trás, diz ele, é um exercício constante, que incluiu até livros caçados em sebos durante anos:
— Tenho menos objetos e mais tempo livre para mim. Não posso imaginar troca mais sensata.
A sensação de liberdade por se livrar da necessidade de ter dinheiro para consumir cada vez mais é repetida por todos os seguidores de uma rotina mais simples. O relatório “Estado do Mundo — 2010", da ONG ambientalista WorldWatch Institute, mostrou que apenas um terço da população mundial consome mais do que a Terra é capaz de repor. Os outros dois terços da população do mundo sequer conseguem ir às compras, já que apenas garantem sua própria sobrevivência.
Filósofos e escritores
A vida de pesquisador de tendências levou Michell Zappa a descobrir os benefícios do desapego. Hoje, é praticamente um nômade. Desde os 15 anos, quando saiu de São Paulo para morar em Estocolmo, na Suécia, troca de endereço periodicamente. Nos últimos sete anos morou em Amsterdã, Nova York e São Paulo. Cada mudança, lembra, exigia o exercício do desapego. Até que decidiu focar apenas em alguns móveis e objetos de arte, que ficam espalhados nas casas de familiares e amigos. O resto é “descartável”.
— Hoje tenho um apartamento pequeno, que comporta apenas um sofá, uma estante, um baú e uma mesa com duas cadeiras.
A simplicidade ultrapassa a adoção de uma atitude menos consumista, mas não significa um rompimento total com a sociedade de consumo. Implica fundamentalmente em trocar o supérfluo pelo essencial.
O desejo de ser feliz com menos é mais antigo do que se imagina. Na antiga Grécia, o filósofo Diógenes de Sínope condenava os luxos da civilização. Diógenes, o Cínico, como era conhecido, teria vivido pelas ruas de Atenas e sua única posse era uma cuia. E até dessa se livrou ao ver um menino usando as mãos em forma de concha para beber água. Mas Diógenes, vale esclarecer, achava que pobreza era virtude. Seus discípulos e o também filósofo Antístenes são considerados os primeiros a defender a ideia de que bens e glórias podem se tornar fontes de infelicidade e prisões do espírito.
No século XVIII, o pensador Jean-Jacques Rousseau pregava uma vida bucólica, em contato com a natureza, enquanto o francês Pierre-Joseph Proudhon, no século seguinte, chegou a criar substitutos do dinheiro, como a troca de produtos de acordo com o tempo de trabalho. Escritores como Ralph Waldo Emerson e Henry David Thoreau também seguiram por caminhos semelhantes. No mundo contemporâneo, paradoxalmente, um dos exemplos de gente que adotou estilo de vida minimalista foi também um dos maiores criadores de símbolos de consumo. Steve Jobs, criador da Apple, marca-fetiche entre os adeptos do “menos é mais”, era minimalista em sua vida pessoal. Quando solteiro, vivia num ambiente decorado apenas com uma foto do físico Albert Einstein, uma luminária, uma cadeira e uma cama.
— A ideia de simplicidade volta aos debates com frequência. Nos anos 1960, por exemplo, surgiram numerosos movimentos que defendiam uma vida mais comunitária e menos individualista. O que há hoje é uma mercantilização do mundo. Isso estressa as pessoas, e a situação que leva a isso não mudou com o passar das décadas. Uma sociedade extremamente voltada para o consumo apenas complica. Não simplifica. E ainda causa impactos enormes no meio ambiente — argumenta Dulce Critelli, terapeuta e professora de filosofia da PUC de São Paulo.
Para ela, três fatores levam ao crescimento da tendência minimalista pelo mundo. Uma delas é o conceito de slow food que, ao criticar os efeitos padronizantes da fast food, reforçou a crítica ao ritmo da vida atual. O segundo é a crise econômica, que diminuiu o poder aquisitivo das pessoas e as fez repensar seus gastos. E, por fim, os movimentos de preservação ambiental, que não cansam de chamar a atenção, por meio de relatórios e documentos, para o excesso de consumo.
Consumo consciente
Pesquisa do Instituto Akatu, ONG que se dedica à conscientização da sociedade para o consumo consciente, mostra que o brasileiro não associa o sentimento de felicidade e de bem-estar à posse de bens. Das 800 pessoas entrevistadas, 66% apontaram a saúde, tanto a própria como a de parentes e de amigos, como um dos fatores para se sentirem satisfeitas. Apenas 33% indicaram aspectos relacionados ao consumo como condição primordial para o bem-estar. No quesito afetividade, a opção “passar tempo com as pessoas” levou nota 8,3; e “comprar presentes” conquistou 2,6 pontos.
Para Hélio Mattar, diretor-presidente do Akatu, existe uma tensão na sociedade de consumo que leva as pessoas a viverem um verdadeiro estresse cotidiano. Trabalha-se mais para se consumir mais. Um dos maiores dramas, para ele, é na economia. O excesso de desejo gera dívidas. Só que a vontade de comprar ainda mais não cessa, o que acaba alimentando um círculo vicioso que deixa a população numa situação vulnerável.
Segundo o Banco Central, cerca de 45% da renda anual da população estão comprometidos com dívidas. Por mês, o brasileiro gasta, em média, um quarto do salário para pagar o que deve. Os americanos, tradicionais consumistas, comprometem 16%. A consequência do aperto no orçamento é a dificuldade de manter em dia os compromissos financeiros.
Mattar lança mão de um estudo do WorldWatch Institute para discutir o tema:
— Aproximadamente 16% dos países mais ricos do mundo são responsáveis por 78% do consumo total. Isso já ultrapassa o que o planeta é capaz de repor. Agora pensemos na certeza de que o número de pessoas que compram em alta intensidade irá aumentar nas próximas décadas. O planeta aguenta?
Uma solução é o desapego a pertences físicos. Solução essa que ganhou um aliado no mundo virtual. Acervos de fotos, livros, revistas, papéis, DVDs e documentos, que costumam encher armários e gavetas, podem ser guardados virtualmente. Nos Estados Unidos, a venda de livros tradicionais tem caído todos os anos, em contraste com o crescimento do comércio de e-books.
O analista de mídias sociais Ian Black, de 32 anos, não tem tocador de DVD e diz não frequentar locadoras de vídeo há quatro anos. Nos últimos dez anos acumulou um acervo considerável de música e entretenimento digital. Tem mais de 20 mil faixas armazenadas. Possui também aproximadamente 400 filmes baixados. Para ele, um jeito torto de ser ecologicamente correto.
— Consumir menos também significa gastar menos recursos naturais. Mas há um lado de conveniência mesmo. Ter uma estante com centenas de CDs significa que você precisa investir um bom tempo organizando, limpando e ainda tirando da embalagem para colocar em um aparelho específico. Também vou, aos poucos, me livrando dos livros. É o que considero mais absurdo. Dificilmente são relidos e depois só servem como decoração e como peso desconfortável na mudança.
Black, que mora em São Paulo, diz que tenta aplicar o mesmo conceito para roupas. Cada vez mais se apega a peças lisas e fáceis de combinar, de maneira que não tomem tempo e espaço maiores do que o necessário:
— Não quero mais gastar tempo com detalhes supérfluos no meu dia a dia. Também não quero me matar de trabalhar para manter um estilo de vida mais extravagante. Recentemente, também mudei de escritório. Eu e minha equipe abandonamos uma casa alugada de 200 metros quadrados, na qual tínhamos que ter uma pessoa contratada exclusivamente para mantê-la funcionando. Optamos por um espaço mais central e menor que nos permita um contato maior com outros empreendedores. Nosso custo mensal passou de R$ 15 mil para R$ 3 mil.
A vida editada pode fazer diferença para casais como o ilustrador Bruno Algarve, de 30 anos, e a designer Daisy Biagini, de 29 anos. Ambos são paulistas. O estalo começou da parte de Algarve, quando, em 2005, percebeu que não conhecia mais a voz dos clientes. Todo o trabalho era desenvolvido através de e-mails. Viu, então, que não precisaria se prender a São Paulo para trabalhar.
Algarve convenceu Daisy a venderem tudo que tinham e viajar. O que sobrou foi colocado em dez caixas de papelão e armazenado em um quartinho na casa dos pais dela. Agora são apenas duas mochilas para cada um. Uma para roupas e outra para o escritório. Na do trabalho de Algarve ficam laptop, câmera fotográfica e pen tablet, espécie de prancheta digital muito usada por ilustradores. O valor dos três itens não ultrapassa R$ 3 mil.
— E dessa maneira já viajamos para Uruguai, Chile, Peru e Bolívia. Em cada lugar, ficamos em apartamentos ou pousadas. Trabalhávamos onde estivéssemos. De vez em quando, ficamos em São Paulo, mas em casas de amigos ou da família. Até adquirimos um carro para ter mais mobilidade. Mas lá vão apenas as quatro mochilas. A prioridade, na verdade, é viajar. O minimalismo acabou sendo uma consequência que nos ensinou a nos livrar de objetos e praticar o desapego — conta Bruno.
Radicalismo
Poucos pessoas, no entanto, conseguem ser tão radicais quanto o economista britânico Mark Boyle. Em 2008, exatamente no mesmo dia das notícias sobre a quebra dos bancos envolvidos em negócios no mercado de hipotecas, ele resolveu renunciar ao dinheiro. Era dono de duas empresas de comida orgânica, em Londres. Boyle vendeu tudo que tinha e hoje, cinco anos depois, vive em um velho trailer no Sudoeste da Inglaterra.
Hoje, escreve artigos para o jornal “The Guardian” sobre sua atual rotina. Foi logo batizado pelo veículo como “o homem sem dinheiro”. Virou celebridade e chegou a publicar um livro, chamado “O homem sem grana” (Ed. Best-Seller), já lançado no Brasil. Também possui um site pessoal na internet e dá palestras em que conclama as pessoas a renunciar ao dinheiro.
— Todos nós conhecemos os benefícios do dinheiro. Somos informados disso constantemente desde o momento em que nascemos. Na realidade, porém, a experiência de 99% da população me diz que nada disso está perto de ser verdade. O pior de tudo é que, quando olhamos para os problemas do mundo, todos sabemos que esse tipo de cultura em que estamos envolvidos é o principal responsável por grandes problemas ecológicos, sociais e pessoais — argumenta.
A fotógrafa Claudia não chegou ao extremo de Boyle, embora admita que raspar os cabelos foi uma forma de radicalização. Desde que trocou Curitiba pelo Rio — depois de largar a vida de empresária, ela tinha um escritório de webdesign na capital catarinense, e o marido —, ela passou a dar palestras sobre a vida minimalista:
— Minhas escolhas têm a ver com sustentabilidade e economia. Mas é também um ato político. Eu economizo, gasto menos recursos do planeta e me posiciono contra uma sociedade consumista.
Um dos primeiros ativistas desse estilo de vida, o americano Duane Elgin, autor do livro “Simplicidade voluntária”, previa na sua obra, de 1981, a necessidade de mudança. Ele deixava claro que descomplicar não significava fazer voto de pobreza. Mas reduzir a demanda por elementos externos que proporcionam uma dose limitada de satisfação e sensação de bem-estar.
— Desde então, muita coisa mudou. Lembro que nos anos 1970, nas minhas primeiras palestras, eu era visto como um cara excêntrico. Agora sou apresentado como um exemplo positivo de que é possível mudar. O tema passou a ser visto com menos complacência e mais urgência. Naquela época, havia poucos debates sobre mudanças climáticas, problemas de energia e água... Agora, quanto mais perto observamos o planeta, mais vemos que ultrapassamos a capacidade do mundo em assegurar nosso nível extremado de consumo — defende Elgin, em entrevista por email.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/amanha/viver-com-menos-8451460#ixzz2U1vfX0Tn
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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Meditação produz mudanças genéticas que melhoram a saúde


Meditação produz mudanças genéticas que melhoram a saúde: Conjuntos de genes benéficos importantes tornaram-se mais ativos, e conjuntos de genes prejudiciais tornaram-se menos ativos.

Vejam só: "Os cientistas queriam testar a meditação ao extremo, e então decidiram analisar os genes antes e depois de uma única sessão de meditação.
Os resultados foram conclusivos: as alterações genéticas benéficas induzidas pela meditação ocorreram em poucos minutos."
Vale a pena ler a reportagem!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Reiki para crianças, nas escolas - TV RTP Portugal.

Reiki nas escolas para criancinhas, em Portugal! :) Meus alunos sabem o quanto eu falo sobre isso, de como seria bom para as crianças terem o Reiki! ♥ Vamos nessa Brasil?



domingo, 21 de abril de 2013

Curso de Reiki Nível 1 - 28/04


Tenha contato com a energia Reiki e usufrua do bem estar promovido!
O Reiki usa a energia do universo para beneficiar a mente, harmonizando os pensamentos, beneficiar o coração com acolhimento e paz e beneficiar o corpo cuidando de doenças e dores.
Entrar em contato com essa energia, aprender a utilizá-la para seu próprio equilíbrio e das pessoas, animais e plantas que você tem contato é perceber outra dimensão da vida, a dimensão da energia que equilibra!
Reiki é energia, uma energia suave, acolhedora e amorosa. Alguns exemplos de suas atuações são: equilibrar órgãos e glândulas e suas funções corporais, liberar bloqueios e emoções reprimidas, equilibrar as energias do corpo, ampliar a consciência pessoal e facilitar estados meditativos, relaxar e reduzir o stress, estimular a criatividade, aguçar a intuição, tratar a causa e o sintoma das doenças, fortalecer o sistema imunológico, aliviar dores e liberar toxinas.

O curso inclui:

Teoria
- história do reiki
- como funciona
- como utilizar: em si próprio e nos outros, em animais e plantas.

Prática
- meditação e sintonização
- aplicação em si mesmo e nos outros alunos

Certificado e apostilado
Investimento: R$ 230 (R$ 60 de reserva de vaga não reembolsável feita por depósito bancário)
Horário: 10hrs até aproximadamente 18hrs.
Local: Rua Pascal, 54, sala 5. Bairro Campo Belo.

turmas pequenas, máximo 6 alunos!


Professora:
Sandra Chander Rodrigues
Especialista em Psicologia Transpessoal Integrativa, pós - graduação vinculada ao ICPG e a Alubrat.
Bacharel e Licenciada em Ciências Biológicas pela Unesp de Rio Claro.
Mestra de Reiki Sistema Usui e Tibetano, ministra cursos em todo o país desde 2003.
Professora Mestre de Magnified Healing.
Trabalha com Terapia Transpessoal, Florais de Bach, Florais de Saint Germain, Reiki, Magnified Healing, Light Healing e TFT em consultório.
Além disto, Sandra estuda e pratica xamanismo e budismo tibetano, tendo participado de muitos retiros.
Atualmente é umas das responsáveis da Associação Kab’ awil Brasil, associado a Associação Kab'awil Espanha e a Associação Kaslemal da Guatemala, ambos liderados por guias espirituais maias. A associação tem o propósito de conhecer, vivenciar, integrar e comunicar aos interessados a sabedoria ancestral maia.


quinta-feira, 18 de abril de 2013

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Curso de Magnified Healing dias 20 e 21/04

inscrição até dia 17/04

Um contato com uma energia sutil forte e transmutadora. Com foco na ascensão e trabalho
direto com o sistema nervoso, chakras, coluna, carma e perdão, ativação da chama trina,
DNA e corpos superiores. Um presente para o momento atual do planeta.
O Workshop do Magnified Healing inclui:

-Meditação para adquirir poder-Alinhamento dos Chakras 

-limpeza do canal de luz
-aumento da energia das mãos
-Cura dos outros e de si mesma
-Sensibilizar,despertar,reativar e conectar o Sistema Nervoso
-Cura do corpo
-Estimular o cálcio na espinha
-Cura do Karma
-expansão da Chama Trina
-Preparação para a Ascensão
-Cura a distância ( individual e grupo)
-Cura da Terra
-Iniciação 

Certificado como Mestre professor de Magnified Healing do Altíssimo Deus do Universo, apostila, cd e essência.

Investimento: R$ 320,00 (R$120 de inscrição não reembolsável via depósito bancário).
Local: Rua Pascal, 54 sala 5. Campo Belo, SP
Horário: dia 20 das 14:30 até  aprox 17:30, dia 21 das 10 hrs até aprox 17:30.
Turma com máximo de 6 alunos!

Maiores informações entre em contato!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Abril/SP: Encontro de Reikianos, Magnified Healing e Reiki 1

Encontro de Reikianos dia 14/04
inscrições até dia 10/04

Trocar experiências, tirar dúvidas, relembrar informações, trocar Reiki e conhecer outros Rei
k
ianos.

Uma boa maneira de passar a tarde de domingo, com pessoas que tem algo em comum 
que é
 essa energia maravilhosa!

 
É possível também passar parte do período caso exista algum problema em passar a tarde toda.

Vamos passar uma tarde agradável juntos?


pré requisito: ser Reikiano.

Investimento: R$
40
,00 via depósito bancário (traga algo para compartilhar no lanche)

quarta-feira, 20 de março de 2013

9 Ilusões Que Nos Impedem de Viver Livremente


Geralmente listas que tratam de crescimento pessoal ou melhorias para a vida são cheias de coisas que devemos fazer ou adicionar aos nossos hábitos ou rotinas, mas essa lista abaixo mais tira do que coloca.  Publicada no blog Unwrap Your Mind, essa lista do jovem blogueiro e ex-funcionário da livraria Barnes & Noble Justin Dixon traz “As 9 Ilusões Que Nos Mantém Presos“ (do original em inglês “The 9 Illusions That Hold You Captive“), mas que traduzi livremente para “9 Ilusões Que Nos Impedem de Viver Livremente“, ou viver planemente, como preferir. Tirei o “as” da frente porque não existem apenas nove ilusões, mas dezenas, ou centenas, ou milhares, sabe-se lá (?). De qualquer maneira, essas nove ilusões ou conceitos mentais tem uma força bastante grande em nossas vidas e arrisco dizer que mesmo que não concordemos com todas, ao menos duas ou três vão soar o gongo interno para que algo “caia” da mente e permita que vivamos mais plenamente.
Se eu puder sublinhar um ponto nessa lista, que permeia vários itens dela, eu sublinharia a necessidade da confiança no que acontece fora do nosso poder, na estrutura que existe na vida e ao nosso redor (“entrego, aceito, confio e agradeço”, como diria Professor Hermógenes). O item 7 parece aborda essa confiança de uma maneira religiosa e reverenciada, e seja qual for a maneira que você queira abordá-la, o chamado “salto da confiança” me parece inevitável, porque é impossível à mente humana conhecer todos os meandros operacionais da vida e da estrutura do universo enquanto ela acontece. Temos um determinado alcance, como chegar a conhecer a estrutura dos átomos, a partícula fundamental, calcular a gravidade, etc, mas não conseguimos conectar tudo o que acontece a tudo mais e estabelecer com precisão quando e como tudo vai acontecer. Isso não nos exime da ação, como o artigo abaixo reafirma em praticamente todos os itens, mas é necessário que você pare de se iludir e vá fazer o que precisa ser feito.
Segue o artigo, traduzido livremente por este blog.
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“9 Ilusões Que Nos Impedem de Viver Com Tudo“
Por Justin Dixon

1. Vida fácil.
Isso mesmo, a vida fácil é uma ilusão. Todos tem algum desafio pra enfrentar. Todos tem algum fardo pra carregar, e embora talvez você não esteja passando fome, os problemas que você enfrenta ainda são um desafio, do contrário você já teria os superado. Não importa o que você faz, você terá que enfrentar desafios. Mas não se desespere, isso é uma boa notícia. Se a vida não vai ser fácil, não importa se você escolha fazer algo “prático” ou seguir sua paixão, então todas as desculpas que dizem que seria difícil demais levar a sério seus sonhos começam a perder suas forças. A vida vai ser difícil não importa o que você faça. As pessoas vão lhe julgar independente das escolhas que você faça. Então faça as escolhas que vão lhe deixar feliz. Não se preocupa com o fato da vida ser difícil, isso acontece. A pergunta que eu desafio você a se responder é: Você quer atravessar o processo difícil da vida em prol de coisas que são práticas ou por coisas que tem significado pra você?
2. Aquele Um Dia Mágico.
“A estrada para “algum dia” leva à cidade chamada “lugar nenhum.”- Billy Cox
Você pode procurar por ele no seu calendário, você pode checar no seu relógio. Você não vai encontrá-lo. Não existe uma circunstância certa que vai fazer seu “algum dia” acontecer magicamente. Você tem que fazê-lo acontecer. Você terá que estipular datas no calendário para seus objetivos para que sua mente possa registrar como real. “Algum dia” não existe, mas você tem a força para fazer com que as coisas algum dia aconteçam. Você tem o poder para começar agora, a partir das coisas que você tem adiado. Ou algo vale a pena ser feito ou não. Decida e aja de acordo. Não relegue as coisas para o tal mágico “algum dia”.
3. Um Plano Mágico.
Passei um longo tempo com esse. Eu já tinha determinado que “algum dia” não existia, mas eu precisava de um plano. Na verdade, eu precisava de um plano mágico, algo que faria tudo se alinhar perfeitamente. Não há planos mágicos. Qualquer coisa pode dar errado com qualquer decisão que você tome, não importa o quão informado você esteja. Não cometa o erro que cometi. Não espere que seus planos sejam perfeitos. Não espere que a “fada do plano” vir e torná-lo mágico. Pegue seu objetivo e começa a andar em direção a ele. Seja paciente consigo mesmo e corrija os erros que você faz no caminho. Simplesmente comece. Você nunca vai aprender a nadar se você nunca entrar na água, tenha você um bom plano ou não.
4. A Decisão Errada.
Embora existam vários erros que você pode cometer, não há um único erro que vá arruinar completamente sua vida. Se o caminho que você está seguindo não parece bom, então você tem o poder de mudar suas ações. Durante todo o tempo você pode escolher ser responsável por si mesmo. Em qualquer situação, você pode encontrar uma lição e pode começar hoje a ir numa direção positiva. Essa mudança não acontece toda de uma vez, mas se você está comprometido a parar de repetir seus erros, então você pode e irá mudar sua vida pra melhor.
5. O Passado.
A razão pela qual chamamos de passado é porque nós já passamos por ele. Não está mais aqui. Este é um novo dia e esta é uma nova oportunidade. O que você faz hoje, o que você faz exatamente agora determina quem você é. Esta é a hora que você pode se colocar onde quiser. Esta é a hora que você pode começar a construir os hábitos que você sempre quis.
6. Não Ser Suficiente.
De acordo com a PhD Susan Jeffers, essa é a raiz de todos os medos. Tememos a morte porque não sabemos se conseguimos lidar com ela. Tememos a mudança porque não sabemos se somos suficientes para lidar com ela. Um teste rápido para ver se você é suficiente para enfrentar a situação que você está é: você está nela? Sim? Isso significa que você tem o suficiente para atravessá-la. Você não será dado mais do que pode carregar. Isso não significa que você não precisará nunca de ajuda, significa que você pode enfrentar qualquer problema que você esteja passando neste momento.
7. Falta.
Há uma ordem neste universo, eu não a entendo, mas aprendi algumas coisas dela. Não nos falta nada. Tempo? Idéias? Oportunidade? Comida? Tenho uma prática que quando eu fiz tudo que podia para atender minhas necessidades, faço a seguinte prece: “Fiz tudo que podia. Vou confiar em Você (a ordem neste universo) para tomar conta do resto”.
Até hoje, nos dias que eu digo essa prece, eu comi quando deveria ter ficado faminto. Novas portas abriram pra mim quando eu não sabia mais onde ir. Mas se você aceita a idéia de que não há o suficiente de alguma coisa, você vai parar de procurar por essa coisa. Você parar de procurar pelas coisas que você pode passar sem, você para de procurar pelos caminhos pelos quais você pode fazer boas coisas acontecerem e você simplesmente se deixa levar pela derrota. Quando você acredita que há falta, você a cria. Quando o falcão acredita que a corda ainda está lhe limitando o vôo, então o falcão recria a corda.
8. Separação.
Toda a matéria tem uma frequência. Para que você possa fisicamente tocar alguma coisa, ela deve estar vibrando na mesma frequência da matéria que você é feito. Na verdade, o qua a física quântica descobriu é que tudo está conectado. A realidade é um espectro de frequência onde toda a matéria e energia está conectada. É uma grande rede. Por isso aproveite com os outros. Eles são parte de você. Quando eles forem bem sucedidos, parte de você também é bem sucedida. Ajude os outros. Quando você os ajuda, você ajuda parte de si mesmo. Você não pode fazer algo a alguém sem também fazer isso em parte a você mesmo; é uma impossibilidade física. A razão pela qual ver as coisas desse jeito lhe torna livre é que lhe coloca na posição de liderar pelo exemplo. Lhe coloca na posição de dar e ajudar. Receber esse tipo de reputação pode abrir novas oportunidades que você nunca jamais pensou que poderiam existir.
9. Caos.
O caos é o que você vê quando não está olhando para o quadro inteiro. Sempre há algo bom acontecendo. Sempre há um jeito das coisas funcionarem. Sempre há uma razão para que as coisas sejam do jeito que são e sempre há uma razão para que ela possa se tornar outra coisa.
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retirado do blog  http://dharmalog.com/2013/03/20/9-ilusoes-que-nos-impedem-de-viver-livremente-desaprendendo-velhos-e-fortes-habitos-mentais-e-culturais/